5 de junho de 2011

Parto Normal!!! Sim!!!!!!!!!!!!!!!!


Sem medo das dores do parto
Informações adequadas durante o pré-natal, algumas técnicas simples e medicamentos específicos ajudam a parturiente a enfrentar os instantes dolorosos das contrações
Iracy Paulina/Reportagem Solange Bassaneze
Como relatam Áries e Peixes (signos de duas mulheres entrevistadas pela enfermeira obstetra Emília Saito, para uma pesquisa da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo), as dores do parto são uma experiência intensa, e esperar por elas acaba sendo motivo de preocupação e temor. Mas a parturiente não deve se assustar. “Essas dores são perfeitamente suportáveis, e com informação e preparação adequadas no pré-natal, a futura mamãe saberá que existem vários recursos para amenizá-las”, atesta Emília Saito.
As dores são decorrência das contrações do útero, mecanismo que provoca a dilatação do colo em até 10 centímetros e o alargamento da vagina, para permitir a passagem do bebê. Elas começam nas costas, na altura dos rins, e vêm para o abdome, repercutindo principalmente na região do útero e do baixo ventre (assoalho pélvico). No início do trabalho de parto assemelham-se mais a um desconforto mas, à medida que as contrações se tornam freqüentes e mais demoradas, as dores aumentam de intensidade.
Sem ansiedade
Para quem está desinformada, o quadro pode parecer muito assustador. “E quando a parturiente fica nervosa, a sensação dolorosa se intensifica”, observa a enfermeira obstetra Dalva Darin Andrade. “Se a ansiedade for controlada, elimina-se 60% da dor”, acrescenta o obstetra Abner Lobão Neto. Cabe portanto à futura mamãe a tarefa de se manter tranqüila, para seu próprio benefício. Ajuda também se a maternidade permitir a presença de uma pessoa de confiança (marido, mãe, amiga) ao seu lado. “Nem que seja só para segurar a sua mão no momento da contração”, diz Emília.
Analgesia
Outra aliada poderosa contra a dor é a analgesia, utilizada até nos casos de partos normais, quando os médicos costumam prescrever a peridural contínua (injetada gradativamente através de um cateter colocado na região lombar) que dessensibiliza a região pélvica e as pernas, aliviando ou suprimindo a dor. A parturiente fica acordada, não perde o controle muscular da região, nem a sensação tátil. Com isso, pode colaborar no processo de expulsão do bebê.
Outros recursos
Há ainda algumas técnicas complementares que podem ser usadas no pré-parto, e muitas delas são ensinadas em cursos preparatórios para gestantes. Devem ser treinadas nas semanas finais de gestação para que a mulher possa recorrer a elas ainda em casa, quando começarem as primeiras contrações. Algumas maternidades também as utilizam para ajudar a parturiente. “Na visita que fizer ao hospital antes do parto, convém se informar sobre os recursos alternativos que ele oferece”, aconselha Emília Saito, que costuma aplicar as técnicas que relacionamos a seguir.
Respiração
Aquela velha recomendação da respiração cansada, tipo cachorrinho, não vale mais. Durante a contração, o que se recomenda agora é inspirar lenta e profundamente, como se estivesse cheirando uma flor, segurar o ar o máximo de tempo possível e ir soltando aos poucos, pela boca. Nos intervalos das contrações, respirar normalmente.
Massagem
 Como os ligamentos do útero estão presos na bacia e na parte inferior das costas, a dor das contrações atinge a região lombar, e uma massagem feita nesse local pelo marido ou acompanhante costuma trazer alívio. Ela deve ser aplicada na parturiente deitada de lado e no momento em que a dor for mais aguda.
Nos intervalos das contrações pode-se massagear outras partes do corpo com o auxílio de uma bolinha de tênis. O acompanhante deve espalmar a mão sobre ela e fazer movimentos circulares, exercendo uma leve pressão sobre toda a região dos ombros e costas e depois na sola dos pés. Para finalizar, coloca-se a bolinha no chão e a mulher a cobre com um dos pés, soltando em seguida o peso do corpo sobre ele. Repetir com o outro pé.
Calor
Antes de sair de casa para a maternidade, a parturiente pode tomar um banho morno, para relaxar. Se a bolsa não tiver estourado, vale usar a banheira. Caso contrário, basta se colocar embaixo do chuveiro, deixando a água cair sobre a região lombar e a barriga. Se a maternidade dispuser de estrutura, ela pode repetir esse banho lá, várias vezes, ao longo do trabalho de parto. Outra alternativa é aplicar uma bolsa de água quente sobre a região lombar.

Exercícios
Andar pela sala de pré-parto é bom. O movimento contribui para aliviar a dor porque promove a descompressão das terminações nervosas da região lombar. Além disso, ao estimular a circulação, esse exercício acelera o ritmo das contrações, o que facilita a dilatação e abrevia o trabalho de parto.
Mentalização
Desviar a atenção da dor é outra possibilidade que, de quebra, favorece o relaxamento. Uma fórmula ensinada pela fisioterapeuta Gabriela Olbrich de Souza: entre uma contração e outra, fechar os olhos, respirar profundamente e, acariciando a barriga, imaginar o bebê como um ponto de luz que vai crescendo e se tornando cada vez mais brilhante.

Fonte: Crescer

2 comentários:

Carina Ferreira disse... [Responder comentário]

Vi o seu blog nos comentários da Mamãe Cristã me chamou atenção pelo título. Tenho uma Malu em casa ela está com sete meses. A sua está quase chegando né?
Que Deus abençoe grandemente vocês. Seja bem vinda Malu. bjs

Carina Ferreira disse... [Responder comentário]

Coincidêcia mesmo Aline, até o nome do blog é parecido. Comentei com o meu marido que o seu era Nossa vida com Malu, ele respondeu: Ela está certa você me excluiu e colocou só Minha vida com Malu rsr
Eu fazia o curso técnico também, cheguei a fazer o treinamento, as provas e no dia que recebi o Ok para estagiar, decobri a gravidez. Resolvi não fazer, e curtir o sono rsrs
Pretendo voltar, não sei quando.
estou seguindo seu blog.
Malu a Malu quer te conhecer!!
Bjs

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